terça-feira, 19 de junho de 2007
sábado, 16 de junho de 2007
domingo, 10 de junho de 2007
quarta-feira, 6 de junho de 2007
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Cenas

"You know a dream is like a river, ever changing as it flows.
And a dreamer's just a vessel that must follow where it goes.
Trying to learn from what's behind you and never knowing what's in store
makes each day a constant battle just to stay between the shores.
And I will sail my vessel 'til the river runs dry.
Like a bird upon the wind, these waters are my sky.
I'll never reach my destination if I never try,
So I will sail my vessel 'til the river runs dry.
Too many times we stand aside and let the water slip away.
To what we put off 'til tomorrow has now become today.
So don't you sit upon the shore and say you're satisfied.
Choose to chance the rapids and dare to dance the tides."
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Apresentações
Fico bem nervosa nas apresentações: com a boca seca, batimento cardíaco acelerado e algum tremor nas mãos!
Só não sinto o pulsar do escroto porque o não tenho!
terça-feira, 29 de maio de 2007
Desejos Vãos

"Eu qu'ria ser o Mar d'altivo porte
Que ri e canta, a vastidão imensa!
Eu qu'ria ser a pedra que não pensa,
A Pedra do caminho, rude e forte!
Eu qu'ria ser o Sol, a luz intensa,
O bem do que é humilde e não tem sorte!
Eu qu'ria ser a árvore tosca e densa
Que ri do mundo vão e até da morte!
Mas o Mar também chora de tristeza...
As Árvores também, como quem reza,
Abrem, aos Céus, os braços, como um crente!
E o Sol altivo e forte, ao fim dum dia,
Tem lágrimas de sangue na agonia!
E as Pedras... essas... pisa-as toda a gente!..."
Florbela Espanca
segunda-feira, 21 de maio de 2007
E é tão verdade...
sexta-feira, 18 de maio de 2007
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Cláudia, põe-te fina!
Farta de não fazer nada, presa a este parasitismo e à lei do menor esforço... Não era isto que queria ser quando fosse grande! E já sou grande porra... Grande merda!
Tenho que ver se começo mas é a estudar! Porque é que sou tão preguiçosa? Que ódio!
quarta-feira, 9 de maio de 2007
segunda-feira, 7 de maio de 2007
sábado, 5 de maio de 2007
quarta-feira, 2 de maio de 2007
sábado, 28 de abril de 2007
Queda do Império

"Perguntei ao vento
Onde foi encontrar
Mago sopro encanto
Nau da vela em cruz
Foi nas ondas do mar
Do mundo inteiro
Terras da perdição
Parco império mil almas
Por pau de canela e mazagão
Pata de negreiro
Tira e foge à morte
Que a sorte é de quem
A terra amou
E no peito guardou
Cheiro da mata eterna
Laranja luanda
Sempre em flor."
Vitorino
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Singularidades de uma rapariga loira... e não só...
Terça-feira à noite! 4 amigas! decidimos então juntar-nos para sair na maravilhosa cidade de Coimbra! Chove! Convívio das Químicas? Nã.. Está paradote! Decidimos então deslocar nossas fantásticas peidolas para os lados do "Bar dos Shots". Cheio? Não, a abarrotar! Chove muito! Hmm... "Procura-me"? Também cheíssimo... "Insónias"? Porque não? Entrámos! Um autêntico zoo, senhoras e senhores... O dito cujo nome explica-se pelo facto de ninguém poder voltar a dormir descansado sabendo da existência de tal pardieiro! Gente estranha, muito estranha que, afinal, também tem direito à vida! Lá ficámos, rindo-nos do ridículo dos outros e nunca do nosso, como convém! Eis que surge por entre as brumas de fumo, suor e bastante droga um ser que nos convida para participarmos numa festa de anos de uma Karla (desconfiamos que é com "K", só poderia ser). Era uma fêmea que, por alguma estranha razão, queria uma "interacçãozinha" connosco, outras fêmeas. Fugimos dali assim que pudemos e acabámos o champanhe oferecido tão... desinteressadamente. Chove mil! Nova tentativa no "Bar dos Shots", desta vez com sucesso. Conseguimos entrar e com alguma lata lá arranjámos lugares sentados ao lado de uns sujeitos que lá estavam que não tardaram em aperceber-se que o nosso interesse se baseava mesmo só nos assentos. Adeus! Entra então Alexandre, dono do bar da nossa faculdade! A comoção instala-se! Então mas ele sai à noite? Vem acompanhado pelos seus 3 irmãos que não tardámos em apelidar de Huguinho, Luisinho e Zezinho. Não param de olhar! Instala-se agora o pânico! Olhares bastante constrangedores e exageradamente insistentes chateiam, incomodam. O Alexandre pisca-me o olho! Não consigo conter a gargalhada mas no fundo há a tristeza de perceber que pedir um folhado de carne não vai voltar a ser a mesma coisa! O mito Alexandre assexuado desfez-se... Não passa de um homem que faz bons croquetes... Pena! Aguardaram a nossa saída do bar como se aguarda pela chegada dos croissants pela manhã, com a mesma expectativa, a mesma ânsia. Saímos (teve que ser, estavam a fechar o bar). Mandaram-nos bocas obscenas que não conseguimos evitar ouvir enquanto fechávamos a porta do táxi. Suspensa na minha instrospecção penso que aquele croquete nunca mais me vai saber da mesma forma, nunca mais vou conseguir apreciar todas as nuances do seu sabor... E a culpa é tua... Alexandre.......
segunda-feira, 16 de abril de 2007
sábado, 14 de abril de 2007
terça-feira, 10 de abril de 2007
sábado, 7 de abril de 2007
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