Tinha que ser... lol
Quero viver aquiiiiiiii...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Coimbra tem mais encanto...
Ainda com uma grande dose de ressaca em cima, o que me apraz dizer é: obrigada a todos! Para mim Coimbra é muito mais que um conjunto de casas e ruas... Para mim Coimbra são vocês, é a vossa amizade, p'ra sempre.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Ora toma!
"Greetings! I am pleased to see
that we are different.
May we together become greater
than the sum of both of us."
that we are different.
May we together become greater
than the sum of both of us."
(Vulcan greeting, Star Trek)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Pensamentos de insónia
Se pensarmos bem, todas as coisas realmente boas que a vida nos trouxe foram inesperadas. E, se assim é, por que estranha razão estamos constantemente à espera de alguma coisa sabendo que, se estamos à espera, ela não virá?
Não deixa de ser engraçada a (i)lógica humana que nos faz criar máscaras e desempenhar personagens que nos permitam lidar com as frustrações do dia-a-dia mantendo o mínimo de dignidade.
Às vezes, por muito que insistamos que não, a única coisa de que precisávamos era de um pouco de mimo, daquele bem meloso e exagerado ao qual, quando presenciado, reagimos com um olhar displicente de reprovação que camufla uma hiper-subconsciente (bela palavra) inveja.
A ironia está no facto de, consciente ou não, recalcado ou não, existir constantemente em nós o desejo de encontrarmos um qualquer conforto que, supomos, será, com alguém, maior e mais completo do que aquele encontrado em nós mesmos. Sim, sim, os teóricos dizem que antes de nos sentirmos bem com alguém temos que nos sentir bem connosco próprios. Mas eu, considerando-me uma pessoa prática, pergunto: "Porra, e não podemos simplesmente queimar etapas? Quem diabo inventou estas regras?".
Há quem mergulhe em sonhos como o casamento: mimos regulares, completos, fruto de algum investimento inicial e posterior usufruto vitalício (dizem), convidativos à preguiça e à inércia. Há quem, por outro lado, sonhe com a vivência de situações mais arrebatadoras e floreadas, cenários exóticos de amor passional e intenso. Mas, em essência, o que todos desejamos é que apareça aquele alguém que preencha aqueles (tantos) requisitos e que, mesmo que não seja o momento mais indicado (nunca é) nos diga "Gosto de ti e vou contigo para onde quiseres" ou a variante "Gosto de ti e espero por ti o tempo que for preciso".
Claro que isto nunca irá acontecer, apesar de continuarmos a acreditar que sim, apesar de pensarmos que não e apesar de boicotarmos propositadamente todas as oportunidades que temos para o conseguir. Perceberam?!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
Sou de outras coisas
"Sou de outras coisas
pertenço ao tempo que há-de vir sem ser futuro
e sou amante da profunda liberdade
sou parte inteira de uma vida vagabunda
sou evadido da tristeza e da ansiedade
Sou de outras coisas
fiz o meu barco com guitarras e com folhas
e com o vento fiz a vela que me leva
sou pescador de coisas belas, de emoções
sou a maré que sempre sobe e não sossega
Sou das pessoas que me querem e que eu amo
vivo com elas por saber quanto lhes quero
a minha casa é uma ilha é uma pedra
que me entregaram num abraço tão sincero
Sou de outras coisas
sou de pensar que a grandeza está no homem
porque é o homem o mais lindo continente
tanto me faz que a terra seja longa ou curta
tranco-me aqui por ser humano e por ser gente
Sou de outras coisas
sou de entender a dor alheia que é a minha
sou de quem parte com a mágoa de quem fica
mas também sou de querer sonhar o novo dia"
pertenço ao tempo que há-de vir sem ser futuro
e sou amante da profunda liberdade
sou parte inteira de uma vida vagabunda
sou evadido da tristeza e da ansiedade
Sou de outras coisas
fiz o meu barco com guitarras e com folhas
e com o vento fiz a vela que me leva
sou pescador de coisas belas, de emoções
sou a maré que sempre sobe e não sossega
Sou das pessoas que me querem e que eu amo
vivo com elas por saber quanto lhes quero
a minha casa é uma ilha é uma pedra
que me entregaram num abraço tão sincero
Sou de outras coisas
sou de pensar que a grandeza está no homem
porque é o homem o mais lindo continente
tanto me faz que a terra seja longa ou curta
tranco-me aqui por ser humano e por ser gente
Sou de outras coisas
sou de entender a dor alheia que é a minha
sou de quem parte com a mágoa de quem fica
mas também sou de querer sonhar o novo dia"
Fernando Tordo
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
espirros
a esta hora o quwe me +apraz dizer é qie prtonto coiso ha coisas que me deixam feliz entre elas a amizade e tudo o wque dela advem tipo amor e assim.. ha substancias qe coiso cenas,, e gosto de ver amigos que se amam emboran o amor n existaz como coisa concreta e palpavel que se consiga viver e sentir todos os dias e que nao se esqueça independentemente das distancias e dos tempos que passam... nao existe pronto mAS É coisa que aprecio comm bverdadeeira admidaralçao e respeito porque acho que nao vou conseguur nunca nem cctg... e n sei quem es tu que nao existes mas pronto va, estou cenas e coiso e nem sei vou ter saudes de td ate disto ta a bater.. frio.. colo
sábado, 3 de janeiro de 2009
Parabéns Mixa :)
Mixinha, parabéns pra ti. Sabes que te gosto muito muito tipo um gostar gigante e gordo :)
Beijinhos
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Prendinha no sapatinho
Ora, o que é que o Pai Natal me trouxe, o que foi? Uma miopiazinha, ui ca bom... E, DIZEM, os óculos dão-me mais três anos. Só coisas boas.....
2009 promete
2009 promete
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Resoluções para o Novo Ano
Como já vem sendo habitual, algumas resoluções/desejos/utopias:
1- Ser menos rabugenta
2- Beber 2L de água por dia
3- Ter boa nota na tese
4- Arranjar um emprego bom, de preferência longe daqui
5- Não me apaixonar sob nenhuma circunstância
6- Ficar mais feliz com as pequenas coisas
7- Ficar menos infeliz com as coisas pequenas
8- Comer menos
9- Fazer exercício físico (lol)
10- Arranjar sempre tempo para estar com os amigos (ou, pelo menos, para lhes mandar um e-mailzinho)
11- Saudinha
12- Aprender a andar de saltos altos
1- Ser menos rabugenta
2- Beber 2L de água por dia
3- Ter boa nota na tese
4- Arranjar um emprego bom, de preferência longe daqui
5- Não me apaixonar sob nenhuma circunstância
6- Ficar mais feliz com as pequenas coisas
7- Ficar menos infeliz com as coisas pequenas
8- Comer menos
9- Fazer exercício físico (lol)
10- Arranjar sempre tempo para estar com os amigos (ou, pelo menos, para lhes mandar um e-mailzinho)
11- Saudinha
12- Aprender a andar de saltos altos
sábado, 20 de dezembro de 2008
Gelatina de vodka
Bate depois, nunca durante... e continua a bater. e de que maneira. espelho furtado. bueda tonturas. pessoas.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Vincent, by Tim Burton (1982)
Vincent Malloy is seven-years-old,
He's always polite and does what he's told,
For a boy his age, he's considerate and nice,
But he wants to be just like Vincent Price.
He doesn't mind living with his sister dog and cats,
Though he'd rather share a home with spiders and bats,
There, he could reflect on the horrors he's invented,
And wonder dark hallways alone and tormented.
Vincent is nice when his Aunt comes to see him,
But imagines dipping her in wax for his wax museum.
He likes to experiment on his dog Abercrombie,
In the hopes of creating a horrible zombie,
So he and his horrible zombie dog,
Could go searching for victims in the London fog.
His thoughts though aren't always of ghoulish crime,
He likes to paint and read to pass some of the time,
While other kids read books like Go Jane Go,
Vincent's favourite author is Edgar Allan Poe.
One night, while reading a gruesome tale,
He read a passage that made him turn pale,
Such horrible news, he could not survive,
For his beautiful wife had been buried alive!
He dug out her grave to make sure she was dead,
Unaware that her grave was his mother's flowerbed.
His mother sent Vincent off to his room,
He knew he'd been banished to the Tower Of Doom.
Where he was sentenced to spend the rest of his life,
Alone with the portrait of his beautiful wife.
All alone and insane, incased in his doom,
Vincent's mother burst suddenly into the room.
She said, "If you want to, you can go out and play"
"It's sunny outside, and a beautiful day."
Vincent tried to talk, but he just couldn't speak,
The years of isolation had made him quite weak,
So he took out some paper, and scrawled with a pen,
"I am possessed by this house, and can never leave it again."
His mother said, "You're not possessed,
and you're not almost dead!"
"These games that you play are all in your head!"
"You're not Vincent Price, you're Vincent Malloy!"
"You're not tormented and insane, you're just a young boy!"
"You're seven-years-old and you are my son,"
"I want you to get outside and have some real fun."
Her anger now spent, she walked out through the hall,
And while Vincent backed slowly against the wall,
The room started to sway, to shiver and creak,
His horrid insanity had reached it's peak!
He saw Abercrombie, his zombie slave,
And heard his wife call from beyond the grave,
She spoke from her coffin, and made ghoulish demands,
While through crackly walls, reached skeleton hands.
Every horror in his life, that had crept through his dreams,
Swept his mad laughter to terrified screams!
To escape the madness, he reached for the door,
But fell limp and lifeless down on the floor.
His voice was soft and very slow,
As he quoted The Raven, from Edgar Allan Poe,
"And my soul from out that shadow that lies floating on the floor,
Shall be lifted--Nevermore!"
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Sabia que...
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Herpes
nunca na minha vida pensei que me acontecesse isto. é feio. mete nojo. detesto. dói. tem pus. apetece-me matar pessoas. nojo nojo nojo nojo nojo odio
sábado, 15 de novembro de 2008
Tempos Difíceis
Estamos no tempo em que o tempo passa cada vez mais depressa, em que se tomam decisões importantes todos os dias, decisões essas que vão afectar o resto da nossa vida. É o tempo em que se perde o controlo sobre tudo, em que o futuro é desconhecido e o sítio onde vamos estar amanhã é uma incógnita. É tempo de se ser adulto.
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