sexta-feira, 13 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Juerga en La Rambla
"Soy una desafortunada vecina de la Rambla de nuestra ciudad, ya sabe, esa que quieren presentar para patrimonio de la humanidad. En mi escalera hay un piso alquilado a estudiantes de forma rotatoria. Eso sí los últimos inquilinos lo son del programa Erasmus. Esos que son la elite de los universitarios europeos. Ya son muchas las juergas y las broncas tenidas con ellos por sus fiestas nocturnas.
Ayer, 8 de junio, colmaron todo lo imaginable. Me desperté alrededor de la 1.45 del ruido que oía, me asomé a la escalera y la vi llena de individuos convenientemente bebidos y cuando les dije que hiciesen el favor recibí algún gesto amenazante. Me asomé al balcón y había alrededor de 200 personas cortando literalmente la Rambla en sentido descendente. Llamé a la Guardia Urbana para oírme que era una exagerada y que lo que les decía era imposible. Afortunadamente pasaba por delante de casa una patrulla que se encontró con la situación y empezó a actuar. En conclusión, habían montado una fiesta con convocatoria por móvil para ver a cuántos conseguían reunir. Una vez entró la Guardia Urbana en el piso encontró una lista con 207 nombres de asistentes. Un bonito récord, no sé si Guinness o no. Un pequeño detalle, la finca tiene más de 150 años de antigüedad. ¿Podía haber ocurrido un accidente? Obviamente sí. Pero como dice nuestro alcalde: ¡Jo, visca Barcelona!"
Ayer, 8 de junio, colmaron todo lo imaginable. Me desperté alrededor de la 1.45 del ruido que oía, me asomé a la escalera y la vi llena de individuos convenientemente bebidos y cuando les dije que hiciesen el favor recibí algún gesto amenazante. Me asomé al balcón y había alrededor de 200 personas cortando literalmente la Rambla en sentido descendente. Llamé a la Guardia Urbana para oírme que era una exagerada y que lo que les decía era imposible. Afortunadamente pasaba por delante de casa una patrulla que se encontró con la situación y empezó a actuar. En conclusión, habían montado una fiesta con convocatoria por móvil para ver a cuántos conseguían reunir. Una vez entró la Guardia Urbana en el piso encontró una lista con 207 nombres de asistentes. Un bonito récord, no sé si Guinness o no. Un pequeño detalle, la finca tiene más de 150 años de antigüedad. ¿Podía haber ocurrido un accidente? Obviamente sí. Pero como dice nuestro alcalde: ¡Jo, visca Barcelona!"
in La Vanguardia, 10/06/2008
Ahhh, então foi por sua causa que eu tive que abandonar o edifício com copo de sangria na mao!!! Já para não dizer que a polícia andou atrás de nós o resto da noite lol uns fofos os mossos de escuadra. 207? Porra, éramos muitos mesmo! lol E assinámos todos à entrada, pois foi, já nem me lembrava!!! Era escusado era ter escrito prá La Vanguardia lol Só tenho a dizer "Jo, visca Barcelona!" :)
Coisas que me fazem feliz
Há coisas que me fazem feliz. Há coisas que só de pensar me fazem feliz. Falar com os meus amigos. Tenho saudades deles. Um café no Académico lol. Uma sardinha assada com pimentos. Portugal campeão da Europa. O Elísio de bigode e patilhas. Quando a trovoada acaba. Beijos na boca. Chegar a minha casa. Uma esplanada. Comer um gelado no italiano. Uns shots no moelas. Uma baguete das amarelas. Que o Guilha me roube as batatas fritas. Andar descalça. Barcelona. Ver hi5 com o Guilha. Beijinhos no pescoço. Festinhas nas costas antes de dormir. Psicologia. SMS à borla. Dormir a manhã toda. Preguiçar no sofá. Ir ao cinema. Andar de bicicleta. Nadar. Jantar fora com a Inês. Comer gomas com a minha prima. Dançar. Deitar-me na cama e pôr a cabeça ao pé do chão até o sangue subir à cabeça. Ver tennis dias inteiros. Andar de vestidos no Verão. Saber que por muito que o tempo passe pelo menos algumas destas coisas vão estar aí sempre p'ra mim.
domingo, 8 de junho de 2008
Conselho de leitura

"A Catedral do Mar" de Ildefonso Falcones de Sierra
Um envolvente romance que nos leva até à Idade Média em Barcelona, que se desenrola a quando a construção da Catedral de Santa Maria Del Mar, a Catedral do povo. Retratando as guerras, a fome, o medo e alegria, a traição e amor, o poder da Inquisição, a altivez dos nobres, e a fé do povo!
Bem só tenho a acrescentar que adorei=)
Mixa se encontrares por aí um Arnau trá-lo para mim!!!
200 mil Balões
Txupa Turquia!!!
Ca boa vitória num café cheinho de portugueses!!! Carago, é bom ser português :)
E as ruas de Barcelona cheias de portugueses com bandeiras...
P.S. Erasmus party rocks!!! Mas sem polícia da próxima vez, se possível! lol
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Suicídios Emocionais

Quando esperamos respostas que não vêm, subitamente a resposta é óbvia e, mais óbvio ainda, é o facto de não ser a que queríamos ouvir. Um amigo falou-me de suicídios emocionais. "Não se diz à pessoa de quem gostamos que gostamos dela, isso é um suicídio emocional". Caramba, não fazia ideia! Sou um bocado burra nestas coisas, não controlo o que sinto e controlo ainda menos o que digo. Bom, tarde demais, lição aprendida (espero), suicídio cometido!
Saudades de casa, e de mimo, e de amor.
domingo, 25 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
Pensamento de um amigo
Um bom amigo disse-me uma vez:
"Deixo-te com este pensamento que desenvolvi, a saber:
só há dois homens que podemos adorar na vida sem sermos maricas que são: o nosso pai e o Rui Costa."
Bravo!
domingo, 11 de maio de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Pés escaldados...
Tenho os pés escaldados! Sim, é verdade... Mas só os pés (perguntam vocês)? Sim, só os pés porque FOI O ÚNICO SÍTIO ONDE NAO PUS PROTECTOR SOLAR!!! Mas porque é que os pés têm que ser sempre os mesmos discriminados? E agora cá estão eles... vermelhos, doridos, embebidos em hidratante que fazem desaparecer em menos de um minuto... E dói! Tinha que desabafar...
P.S. Convém por uma gotita de protector tb no umbigo que coitadinho, tb sofre...
quarta-feira, 16 de abril de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Estou além =)

Não consigo dominar
Este estado de ansiedade
A pressa de chegar
P'ra não chegar tarde
Não sei de que é que eu fujo
Será desta solidão
Mas porque é que eu recuso
Quem quer dar-me a mão
Vou continuar a procurar
A quem eu me quero dar
Porque até aqui eu só:
Quero quem quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Esta insatisfação
Não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder
Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P'ra outro lugar
Vou continuar a procurar
A minha forma
O meu lugar
Porque até aqui eu só:
Estou bem aonde eu não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não estou
Porque eu só quero ir
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde não estou
António Variações
sábado, 8 de março de 2008
Barcelona
Só posso dizer que é maravilhoso!
É tudo lindo, fascinante, perfeito!
As pessoas que enchem as Ramblas, as senhoras que vendem flores, o mercado St Josep, as ramificações da Rambla, com lojas cheias de coisas diferentes e originais, a disposição do Bairro Gótico, com as suas ruelas e edifícios, a imponência da Catedral, as praças cheias de música e de cheiro a bolos fresquinhos, Montjuic de noite iluminado com aquela luz que nos deixa sem fala, a Sagrada Família que é tão única quanto bonita... E acima de tudo, a dinâmica desta cidade, a maneira como se anda, se fala, se vive...
Só consigo dizer que não me quero ir embora daqui nunca mais!
domingo, 2 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008
Até já ;)
Vá, Mixazinhos fofos, não fiquem tristes que eu venho já!
Eu sei que a vossa vida sem mim não vai ser a mesma mas vou tar sempre a pensar em vocês todos;) lol
Vou dando notícias, GUAPOOS;)
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
...
"O sono que desce sobre mim,
O sono mental que desce fisicamente sobre mim,
O sono universal que desce individualmente sobre mim _
Esse sono
Parecerá aos outros o sono de dormir,
O sono da vontade de dormir,
O sono de ser sono.
Mas é mais, mais de dentro, mais de cima:
É o sono da soma de todas as desilusões,
É o sono da síntese de todas as desesperanças,
É o sono de haver mundo comigo lá dentro
Sem que houvesse contribuído em nada para isso.
O sono que desce sobre mim
É contudo como todos os sonos.
O cansaço tem ao menos brandura,
O abatimento tem ao menos sossego,
A rendição é ao menos o fim do esforço,
O fim é ao menos o já não haver que esperar.
Há um som de abrir uma janela,
Viro indiferente a cabeça para a esquerda
Por sobre o ombro que a sente,
Olho pela janela entreaberta:
A rapariga do segundo andar de defronte
Debruça-se com os olhos azuis à procura de alguém.
De quem?,
Pergunta a minha indiferença,
E tudo isso é sono.
Meu Deus, tanto sono!..."
O sono mental que desce fisicamente sobre mim,
O sono universal que desce individualmente sobre mim _
Esse sono
Parecerá aos outros o sono de dormir,
O sono da vontade de dormir,
O sono de ser sono.
Mas é mais, mais de dentro, mais de cima:
É o sono da soma de todas as desilusões,
É o sono da síntese de todas as desesperanças,
É o sono de haver mundo comigo lá dentro
Sem que houvesse contribuído em nada para isso.
O sono que desce sobre mim
É contudo como todos os sonos.
O cansaço tem ao menos brandura,
O abatimento tem ao menos sossego,
A rendição é ao menos o fim do esforço,
O fim é ao menos o já não haver que esperar.
Há um som de abrir uma janela,
Viro indiferente a cabeça para a esquerda
Por sobre o ombro que a sente,
Olho pela janela entreaberta:
A rapariga do segundo andar de defronte
Debruça-se com os olhos azuis à procura de alguém.
De quem?,
Pergunta a minha indiferença,
E tudo isso é sono.
Meu Deus, tanto sono!..."
Álvaro de Campos
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
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